No agregador de notícias do Google, até agora, nada sobre o assunto. A última notícia relativa a Quinta do Mocho, já com uma semana, diz respeito a um comunicado de propaganda governamental onde se lê que «ambiente social acalmou». Diz a notícia que tal deve-se ao contrato local de segurança, assinado por Rui Pereira.
Sobre os, pelo menos, três casos de «carjacking» ocorridos durante essa semana, na zona de Sacavém, também não saiu nada nos jornais. Nem sequer sobre os roubos a comerciantes, residências e moradores, que se mantiveram a níveis habituais.
Realmente o alarme (da comunicação) social acalmou, devendo ser esse o tal contrato local de segurança do Governo, um silêncio quase absoluto (comparativamente à realidade) sobre determinada criminalidade.
Mas o sentimento de insegurança vai continuar, porque este alimenta-se nas ruas e não nos jornais, pelo menos enquanto se mantiverem as políticas de faz-de-conta das últimas décadas. Para fazer face à explosão de violência oriunda de determinados bairros da região de Lisboa, e além de outras medidas consideradas urgentes e indispensáveis, o PNR propõe uma inversão dos fluxos migratórios. Sem segurança não poderá haver liberdade.
Fonte: TerraPortuguesa
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