sábado, 14 de março de 2009

ANAREC apela a reforço de segurança

14 Março 2009 - 11h27

'Abastecimento Seguro'

ANAREC apela a reforço de segurança

A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC) lançou este sábado um apelo aos proprietários de postos de combustíveis, para que se verifique uma maior adesão ao programa "Abastecimento Seguro", com vista a reduzir o número de assaltos.

Segundo o secretário-geral da ANAREC, João de Matos, citado nos media, é "fundamental" a adesão dos postos de combustíveis ao programa, tendo em conta que este permite reduzir a criminalidade.

O programa, criado pelo Ministério da Administração Interna (MAI), permite às bombas de gasolina estarem directamente ligadas às centrais de alarme das forças de segurança. Há seis meses, o MAI alargou o projecto a mais de mil postos de combustíveis, num universo de 2200, e assinou protocolos com associações e empresas de segurança privada.

O dispositivo, que faz a ligação de centrais de alarme privadas à das forças de segurança, custa 600 euros aos postos, que depois têm que despender dez euros mensais para manutenção. O programa inclui ainda vídeovigilância, circuitos fechados de televisão com transmissão de imagem em tempo real, sistemas de detecção de intrusão e monitorização de outros sistemas de telemetria e circulação de informação.

Segundo o Relatório de Segurança Interna de 2008, no ano passado foram assaltados 468 postos de abastecimento de combustíveis, contra 241 em 2007.

Vila Real - Taxista assaltado e sequestrado

14 Março 2009 - 12h23

Vila Real

Taxista assaltado e sequestrado

Um taxista de Vila Real foi avítima de assalto e sequestro na madrugada deste sábado, sendo o segundo de violência registado esta semana que envolve um taxista daquela cidade.

O taxista Fernando Aleixo, de Andrães, foi requisitado, esta madrugada, na praça de táxis do Seixo, em Vila Real, para um serviço um Vila Pouca de Aguiar, vila que dista cerca de 30 quilómetros da capital de distrito. Quando chegou ao destino, um local de pouca passagem, o cliente terá ameaçado o taxista, roubando-o e prendendo-o dentro da bagageira do seu táxi, o qual posteriormente abandonou em frente ao mercado municipal de Vila Pouca de Aguiar com a mala aberta.

Em menos de uma semana, este é segundo caso que envolve taxistas da cidade de Vila Real. Desde quarta-feira, que a Polícia Judiciária está a investigar o desaparecimento do taxista Armindo dos Santos Ribeiro, 68 anos e residente em Bisalhães.

A PJ está a investigar o caso. As autoridades procuram agora identificar o suspeito do assalto, visto que ele se apresentou de cara destapada.

Montijo: Ourivesaria roubada

14 Março 2009 - 00h52

Montijo: Ourivesaria roubada

Três homens armados e encapuzados assaltaram ontem, pelas 18h10, a Ourivesaria Avenida, na avenida dos Pescadores, Montijo. Dois deles entraram no estabelecimento, onde se encontravam a dona e uma cliente, enquanto um terceiro ficou à espera num Audi A6. Os assaltantes escaparam pela Atalaia em direcção ao IC32.

Vialonga: Três homens assaltam ourivesaria

14 Março 2009 - 00h30

Vialonga: Três homens assaltam ourivesaria

Ourives agredido com pé-de-cabra

Só se aperceberam do assalto quando ouviram Jorge Camarão, pintor da Junta de Freguesia da Vialonga, em Vila Franca de Xira, gritar: "Acudam. Assaltaram a ourivesaria e bateram no sr. José". Era fim de tarde de anteontem e, sem saberem o que fazer, os populares tentaram socorrer José Miranda. O ourives tinha sido agredido na cabeça, com um pé-de-cabra, pelos assaltantes. Um condutor ainda seguiu no encalço dos três homens – que fugiram num Mitsubishi de cor esverdeada – mas acabou por perder-lhes o rasto.

"A polícia [GNR] chegou rapidamente e cortou a rua. logo depois chegaram os bombeiros que transportaram o sr. José para o Hospital de Vila Franca de Xira", conta um comerciante que recusa identificar-se.

José Miranda "está internado no hospital sob observação, mas em estado estável", revelou ao CM o genro, que ontem de manhã ajudava a família a fazer o inventário das peças roubadas.

De cara descoberta, dois homens empunhando uma pistola entraram na ourivesaria Miranda, situada na rua Professor Egas Moniz, quando faltava cinco minutos para as 19h00.

O terceiro assaltante ficou ao volante do Mitsubishi, mal estacionado numa transversal, na rua dos Combatentes da Grande Guerra.

Quando entraram na loja encontraram o ourives e a mulher, Maria Augusta, que assustada "conseguiu escapar e fugir para a rua a pedir socorro", conta ao CM uma comerciante, que também é cliente da ourivesaria.

A mesma, que não quer identificar-se por temer represálias, adianta que o ourives foi agredido quando os assaltantes ouviram os pedidos de socorro da mulher. Maria Augusta, que também foi assistida no hospital, terá reconhecido um dos homens.

Da ourivesaria levaram relógios e jóias cujo valor não está ainda apurado.

Sofia Rêgo
Fonte: Correio da Manhã

Albufeira - Duo assalta à mão armada

13 Março 2009 - 00h30

Albufeira: Vítima conduzia carrinha de distribuição de café

Duo assalta à mão armada

Dois homens assaltaram, ontem de manhã, à mão armada, o condutor de uma carrinha de distribuição de café (do café Torrié), em Albufeira, tendo roubado cerca de três mil euros.

Segundo o CM apurou, a vítima, de cerca de 35 anos, da zona de Almancil, tinha encostado na berma da estrada, na zona da Branqueira, entre a rotunda da Balaia e a praça de Touros, e estava a fazer contas quando foi surpreendido por um indivíduo alto que, com um boné na cabeça e o rosto parcialmente tapado, se encostou à porta direita do veículo e lhe apontou uma pistola – descrita como preta e talvez de calibre 6.35 – e o obrigou a sair, por esse lado. "Não te armes em totó e sai", disse-lhe, ao mesmo tempo que tirava a chave da carrinha. Em seguida, obrigou a vítima a abrir a porta lateral do veículo e mandou-a entrar e virar as costas, forçando-a a entregar o dinheiro que tinha consigo e os valores que se encontravam no interior de uma pasta.

Enquanto tudo isto se passava, um segundo assaltante encontrava-se de vigia nas traseiras da carrinha, posição que apenas abandonou para vasculhar a parte da frente da viatura. Os suspeitos, ambos altos e aparentemente jovens, puseram-se em fuga num BMW de cor escura. O caso foi comunicado à GNR e PJ, que está a investigar, e ontem procedeu à recolha de indícios na carrinha.

na Palma
Fonte: Correio da Manhã

Freeport - Primeiro-ministro José Sócrates continua a ser o principal suspeito

Freeport: ingleses enviam documentos

A TVI sabe que Sócrates continua a ser o principal suspeito para os ingleses

A polícia britânica vai enviar 25 volumes de documentação sobre o caso Freeport para juntar ao processo que está nas mãos da Procuradora Cândida Almeida.

A maior parte da documentação refere-se a transferências bancárias internacionais, entre todas as contas bancária tituladas ou co-tituladas pela empresa Freeport no Reino Unido com destino a Portugal ou a «offshores». A documentação crucial abrange o período de Janeiro de 2001 até Dezembro de 2002 e poderá permitir a identificação dos fluxos financeiros efectuados para alegados pagamentos corruptos.

A TVI sabe que, para os ingleses, o Primeiro-ministro José Sócrates continua a ser o principal suspeito.

Abre-se assim uma nova porta para se chegar ao rasto do dinheiro que terá sido utilizado para pagamento de «luvas». Os ingleses são peritos em «offshores» e dizem mesmo que são dos melhores do Mundo. Caberá depois aos peritos portugueses cruzar a informação.

A catalogação da documentação pode demorar dois a três meses. O departamento de peritagem financeira vai depois analisar os dados e fazer o cruzamento com o levantamento bancário feito em Portugal.

Para os inspectores da Polícia Judiciária (PJ) e os dois procuradores do Ministério Público (MP) que têm feito os interrogatórios, a nova documentação pode implicar o agendamento de novas inquirições a pessoas que tenham que ser interrogadas sobre movimentações bancárias suspeitas. Veja-se o caso de Júlio Monteiro, tio de José Sócrates, que, à saída do Tribunal de Cascais, confirmou nada lhe ter sido perguntado sobre «offshores».

Agora, com a documentação em Portugal, é possível que testemunhas já ouvidas venham outra vez a ser interrogadas. Isto quer dizer também que foi reatada a cooperação judiciária entre Portugal e o Reino Unido no caso Freeport.

A TVI sabe que o Departamento Central de investigação e Acção Penal (DCIAP) prepara-se também para enviar para os ingleses todo o material relevante investigado e apreendido em Portugal. Trata-se muito provavelmente do conteúdo dos últimos interrogatórios feitos a dois arguidos e a quatro testemunhas ouvidas nas últimas semanas, material apreendido durante as buscas e toda a documentação bancária acumulada durante a investigação do caso Freeport.

Fonte: TVI24