'Abastecimento Seguro'
ANAREC apela a reforço de segurança
Segundo o secretário-geral da ANAREC, João de Matos, citado nos media, é "fundamental" a adesão dos postos de combustíveis ao programa, tendo em conta que este permite reduzir a criminalidade.
O programa, criado pelo Ministério da Administração Interna (MAI), permite às bombas de gasolina estarem directamente ligadas às centrais de alarme das forças de segurança. Há seis meses, o MAI alargou o projecto a mais de mil postos de combustíveis, num universo de 2200, e assinou protocolos com associações e empresas de segurança privada.
O dispositivo, que faz a ligação de centrais de alarme privadas à das forças de segurança, custa 600 euros aos postos, que depois têm que despender dez euros mensais para manutenção. O programa inclui ainda vídeovigilância, circuitos fechados de televisão com transmissão de imagem em tempo real, sistemas de detecção de intrusão e monitorização de outros sistemas de telemetria e circulação de informação.
Segundo o Relatório de Segurança Interna de 2008, no ano passado foram assaltados 468 postos de abastecimento de combustíveis, contra 241 em 2007.
