terça-feira, 17 de março de 2009

Assaltava a pé e fugia de autocarro

17 Março 2009 - 00h30

Preso pela PJ: Solitário não tinha cadastro

Assaltava a pé e fugia de autocarro

A Polícia Judiciária do Porto prendeu um solitário que, desde Agosto do ano passado, assaltou 11 bancos em Guimarães e em Vizela. O último assalto foi na passada quarta-feira, mas o pouco dinheiro conseguido tê-lo-á levado a voltar na sexta-feira. Foi apanhado.

O suspeito tem 30 anos e actuava de cara descoberta. Não tinha carro, nem motorizada, e andava sempre de transportes públicos. Os assaltos foram no Centro das cidades de Guimarães e Vizela.

Por se revelar relativamente fácil, o indivíduo chegou mesmo a repetir os alvos. Por duas vezes foi aos balcões do BPP e outras duas ao BPI, ambos da cidade de Guimarães.

No assalto cujo resultado foi mais proveitoso a quantia roubada não ultrapassou os quatro mil euros. Nos restantes, os valores foram sempre menores, já que a política de segurança dos bancos não permite que aqueles guardem elevadas quantias na caixa. Estão sim em cofres de segurança máxima, cuja abertura é retardada.

Ainda segundo o CM apurou, o indivíduo fazia crer às vítimas que possuía uma arma. A PJ acredita que não a tinha, havendo também indícios de que só repetia os assaltos quando lhe acabava o dinheiro. Sem emprego, profissão conhecida e qualquer outro meio de subsistência, o homem, que vivia sozinho, fazia mesmo dos assaltos o seu modo de vida.

Preso pela Judiciária do Porto, o indivíduo, que residia em Guimarães, foi levado a tribunal. O juiz aplicou-lhe a prisão preventiva como medida de coacção até ao julgamento.

Tânia Laranjo
Fonte: Correio da Manhã

Cigano aterroriza vizinhos com dez armas de fogo

17 Março 2009 - 00h30

Detido pela PSP no bairro do Seixo (ciganos), em S. Mamede de Infesta, Matosinhos

Homem aterroriza vizinhos com dez armas de fogo

Um operário da construção civil, de 40 anos, residente no bairro do Seixo, em São Mamede de Infesta, Matosinhos, foi anteontem detido pela PSP na posse de dez armas de fogo – as quais utilizava para atemorizar os vizinhos.

O suspeito, que mantinha quezílias com vizinhos, tinha por hábito ameaçá-los com as armas, chegando mesmo a efectuar alguns disparos para o ar. Nas duas buscas domiciliárias, foram apreendidas: cinco armas de fogo de calibre 12 mm; duas armas de fogo de calibre 12 mm (tipo caçadeira); uma arma de fogo calibre 6,35 mm e duas armas de ar comprimido.

Durante a operação, os agentes encontraram ainda 521 munições de diversos calibres.

Sobre o operário recaem ainda suspeitas de ligação à contrafacção de CD e DVD.

Ministra quer avançar com processos a professores

Maria de Lurdes Rodrigues pretende punir quem não apresentou objectivos individuais

Foram cerca de 50 mil os professores que não apresentaram os objectivos individuais, mas, segundo a deputada do Bloco de Esquerda Ana Drago, a ministra da Educação quer mesmo avançar com processos disciplinares

Em entrevista à Antena 1, a deputada confirmou a resposta dada à Comissão de Educação: «Irá haver consequências na progressão da carreira, segundo a interpretação que fazemos da reposta. Trata-se de um entendimento do Ministério da Educação e não da comissão».

Ministra diz que «sindicatos fazem chantagem com os pais»

No entanto, fica mesmo a ideia de que quem não entregou objectivos individuais vai ser alvo de processo disciplinar, por isso não é avaliado e o ano de serviço não conta para a progressão na carreira.

Estes e outros esclarecimentos terão de ser dados pela própria ministra no Parlamento, em princípio na próxima semana, em resultado do requerimento potestativo apresentado pelo PSD. «Queremos saber quais as consequências para os cerca de 50 mil professores que não apresentem os respectivos objectivos individuais para o processo de avaliação», esclareceu o deputado social-democrata Pedro Duarte.

As escolas, entretanto, rejeitam avançar para os processos aos docentes. «O Ministério da Educação quer passar para as escolas a responsabilidade de punir os professores que não entreguem os Objectivos Individuais porque também não encontra respostas», reagiu ao Diário de Notícias Rosário Gama, presidente da Escola Infanta Dona Maria, em Coimbra.

Fonte: TVI24

Coimbra - Gang ataca estudantes

17 Março 2009 - 00h30

Coimbra: Pediam uma moeda ou um cigarro e acabavam a assaltar as vítimas

Gang ataca estudantes

Começavam por pedir um cigarro ou uma moeda e acabavam a agredir violentamente as vítimas ou a ameaçá-las com uma faca, levando todos os objectos que tinham consigo e obrigando algumas a revelar o código do cartão multibanco. O quinto elemento deste grupo que espalhou o pânico em Coimbra, sobretudo entre a comunidade estudantil, foi detido na sexta-feira, anunciou ontem a PSP. Os restantes tinham sido apanhados três dias antes.

Fonte policial garante ao CM que atacaram pelo menos uma dezena de pessoas, na maioria estudantes. Este último elemento detido participou em doze situações de roubo e furto. Em três dos casos usou uma faca para ameaçar as vítimas e agrediu cinco com violência.

Foi o que aconteceu a um homem que circulava a pé na Estrada da Beira. O grupo começou por lhe pedir um cigarro e, de seguida, assaltou-o, usando uma faca. Obrigaram-no ainda a deslocar-se ao multibanco e, agredindo-o, exigiram o código secreto, levantando todo o dinheiro que foi possível.

Há registo de outros casos em que, à primeira abordagem, pediam uma moeda, mas quer as vítimas correspondessem ou não à solicitação, o resultado era o mesmo: acabavam roubadas. O modus operandi foi igual em todos os casos: primeiro chegava um elemento que fazia o pedido e os outros atacavam logo de seguida.

Além do roubo a pessoas, estes elementos são suspeitos de assaltarem estabelecimentos comerciais e furtarem carros. A maioria dos casos ocorreu em Coimbra, mas há também registo de roubos na zona da Lousã.

PORMENORES

TRÊS PESOS

O quinto elemento do grupo encontra-se em prisão preventiva por decisão judicial. Esta medida de coacção já tinha sido anteriormente aplicada a mais dois. Os restantes estão obrigados apresentações periódicas às autoridades e proibidos de contactarem entre si.

SEM PROFISSÃO

Os suspeitos têm 18, 19, 21 e 22 anos. Todos residiam em Coimbra, são solteiros e nenhum deles tem uma profissão definida. Na cidade atacavam sobretudo na zona da Praça da República e área limítrofe.

QUATRO MESES

O grupo tem vindo a actuar na cidade nos últimos quatro meses, tendo feito pelo menos dez vítimas, mas suspeita-se que existam mais. Algumas sofreram ferimentos.

Paula Gonçalves
Fonte: Correio da Manhã