Pais apresentam queixa no Ministério Público
Tiros em escola da Azambuja
'Não queremos que se sintam marginalizados, mas se querem viver em comunidade têm de se dar ao respeito', lamentou ao CM Eva Pires, representante da associação de pais, explicando que os buracos existentes na vedação da escola foram feitos na passagem de ano: 'Resolveram celebrar aos tiros contra as chapas da escola. Não havia ninguém na escola, mas ninguém nos diz que um dia destes se lembram de andar aos tiros e acabam por ferir alguém'.
Após o episódio dos disparos, foram várias as situações que motivaram o protesto dos encarregados de educação. Dos prédios próximos da EBI da Azambuja já voaram sapatos, ovos, garrafas de cerveja, interruptores e tomadas para o interior do recinto.
Perante esta situação de insegurança, cerca de 30 pais manifestaram as suas preocupações na última assembleia municipal da Azambuja, na qual chegaram a propor o realojamento das famílias. 'Que sejam colocadas noutro local, porque estes prédios estão demasiado próximos da escola. Além disso, queremos que a segurança social verifique se estão preenchidos os requisitos para o Rendimento Social de Inserção para essas famílias e o patrulhamento desta área por agentes de outras localidades', afirmou Eva Pires, recordando: 'Nunca existiram situações muito graves. Mas desde o início do ano, temos assistido a um aumento da violência fora da escola, com assaltos e ameaças'.
Além dos protestos junto da autarquia, a associação de pais já contactou a Direcção Regional de Educação de Lisboa e GNR. 'Enviámos mail e depois uma carta registada. Até ao momento não temos qualquer resposta. Da guarda, temos notado um patrulhamento mais frequente', sublinhou Eva Pires, acrescentando 'estar a ser estudada uma mudança da localização do portão de entrada da escola para uma zona mais afastada dos prédios'.
Num ambiente intimidatório, os encarregados de educação têm medo de falar, com receio de sofrerem, eles próprios, represálias. 'Eles marcam as pessoas e ameaçam' disse uma mãe, que pediu anonimato, reconhecendo porém que 'desde a assembleia municipal, tem-se visto mais GNR a patrulhar a zona'.
O CM contactou a direcção da escola que se mostrou indisponível para comentar o assunto.
E nisto ja la vai 1 ano e tal. E respostas??? Algo aconteceu?? Não, pois continuam exactamente no msm sitio e a provocar exactamente os msm disturbios ou piores. Todos os dias ha miudos a serem assaltados kdo saem da escola, todos os dias. Ninguem fala??! NÂO, CLARO k NÂO. Kem é k se atreve a tal? Eles sao piores k monstros, são uns parasitas da sociedade e ainda defendidos em parlamento. Continuo à espera k algo seja feito... BEM FEITO. TIREM-NOS DAQUI POR FAVOR
ResponderEliminare as pessoas que vivem no bairro completamente aterrorizadas?
ResponderEliminarAinda ontem a familia Mouchao foi agredida violentamente por estes autenticos animais,parasitas da sociedade, sem que as nossas autoridades que foram ao local fizessem o que fosse, sendo ainda ameacados por um dos ciganos que por sinal ate esta em liberdade condicional. Sera que tem que morrer alguem para que alguem de direito faca alguma coisa? A nossa liberdade termina onde comeca a dos outros. Assim aprendi na escola. Pode nao parecer mas nada tenho contra as minorias, mas, acho que nao devem ter mais direitos que todos os outros.
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